Após vazar tudo, Sony lança novo Walkman por R$ 30 mil; veja o que ele faz

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Por Renato Moura Jr. — Canaltech

A Sony oficializou uma nova geração de tocadores de música da linha Walkman, incluindo um modelo de luxo que custa US$ 5.899 (cerca de R$ 30 mil). O NW-WM1ZM3 é o modelo mais caro da nova família e aposta em uma construção quase inteiramente de cobre banhado a ouro, além de recursos voltados à reprodução de áudio de alta resolução.

O lançamento aconteceu junto com o NW-WM1AM3 e o NW-ZX900, que também receberam melhorias em relação às gerações anteriores. Os três aparelhos combinam reprodução de arquivos de alta qualidade com recursos modernos, como conectividade Wi-Fi e acesso a aplicativos de streaming nos modelos compatíveis.

O NW-WM1ZM3 é o principal modelo da nova linha WM1. Segundo a Sony, seu corpo é feito quase inteiramente de cobre banhado a ouro, incluindo a estrutura e os parafusos. A proposta é reduzir ruídos e interferências, além de aprimorar a reprodução sonora.

A fabricante afirma que o projeto oferece graves mais ricos, palco sonoro mais amplo e maior detalhamento nos médios e agudos. Essas melhorias são alegações da Sony, e o material divulgado não apresenta medições independentes que comprovem os ganhos.

A construção premium também tem impacto no peso: o aparelho chega a 670 gramas, contra 425 gramas do modelo WM1AM3, que utiliza principalmente alumínio, com cobre em componentes específicos.

Os dois modelos contam com tela sensível ao toque de 5,5 polegadas, resolução Full HD e sistema Android 16. Também oferecem aplicativos de streaming, suporte a fones Bluetooth e armazenamento interno, expansível por cartão microSD.

O WM1ZM3 tem 256 GB de armazenamento, enquanto o WM1AM3 oferece 128 GB. A autonomia anunciada chega a 33 horas de reprodução de arquivos FLAC.

NW-WM1ZM3

Sony limita potência de áudio em algumas regiões

Um detalhe importante envolve a potência de saída para fones de ouvido. Segundo as informações divulgadas, as versões destinadas à Europa são limitadas a apenas 1,1 mW. Em outras regiões, a saída balanceada de 4,4 mm pode entregar 250 mW por canal, enquanto a conexão convencional de 3,5 mm oferece pelo menos 60 mW.

A diferença pode afetar o volume máximo e a capacidade de alimentar fones que exigem mais potência. Por isso, a versão regional do aparelho é um fator relevante para quem pretende comprar o dispositivo para ouvir música com fones de ouvido de alta impedância.

Além dos modelos da série WM1, a Sony apresentou o NW-ZX900, sucessor do NW-ZX707. O aparelho incorpora componentes anteriormente reservados à linha mais cara, como dois osciladores de cristal, além de melhorias na fonte de alimentação, novos capacitores e dissipador de calor de cobre.

O tocador utiliza o amplificador digital S-Master HX e oferece suporte a arquivos de áudio de até 32 bits e 384 kHz, além de DSD. O recurso DSEE Ultimate busca melhorar a qualidade de músicas compactadas, enquanto um filtro de vinil promete adicionar uma característica sonora mais quente.

O modelo tem tela sensível ao toque de 5 polegadas, 64 GB de armazenamento interno e entrada para cartão microSD. Também conta com conexões de fone de 3,5 mm e balanceada de 4,4 mm, além de USB-C para carregamento e transferência de dados.

Já a bateria chega a 38 horas de reprodução de arquivos FLAC, quase o dobro da autonomia atribuída ao antecessor. Como roda Android e tem Wi-Fi, o aparelho também permite instalar aplicativos de streaming. Entre os recursos adicionais estão um equalizador de sistema e uma interface que simula a reprodução em uma fita cassete.

Os três tocadores foram anunciados para o mercado internacional, com pré-vendas nos Estados Unidos. Os preços divulgados são:

  • Sony Walkman NW-WM1ZM3: US$ 5.899, cerca de R$ 30 mil em conversão direta.
  • Sony Walkman NW-WM1AM3: US$ 2.999, aproximadamente R$ 15 mil.
  • Sony Walkman NW-ZX900: US$ 1.899, cerca de R$ 9.700.

Os envios dos modelos estão previstos para janeiro. Os valores em reais são apenas conversões aproximadas e não incluem impostos ou eventuais custos de importação. Até o momento, não há confirmação de preços ou disponibilidade oficial no Brasil.

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Fonte: Canaltech

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