Alckmin recebe aplausos e cobra respeito às religiões em Aparecida

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Por Hora do Povo — Hora do Povo

Vice-presidente também criticou a falta de isenção dos ministros Nunes Marques e André Mendonça, do TSE

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), esteve no Santuário Nacional, em Aparecida (SP), na segunda-feira (12).

Quando do anúncio da presença de Alckmin, o publicou aplaudiu o vice-presidente. Cantos de apoio a Lula também foram ouvidos.

Ele viajou acompanhado de sua esposa, Maria Lúcia Alckmin, “como fazemos todos os anos”.

O vice-presidente cobrou isenção da Justiça Eleitoral. As declarações foram dadas após ser questionado se ele via a justiça eleitoral como parcial. 

“O que a gente ouve é muita reclamação, de plataformas que estariam derrubando os sites, derrubando manifestações. Vamos aguardar, eu acho que é importante a justiça ser isenta, ser guardiã da liberdade, da liberdade de expressão, da liberdade política”, disse Alckmin, em entrevista coletiva, após participar da missa solene em louvor à Nossa Senhora Aparecida, no santuário nacional.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é Kassio Nunes Marques e o vice é André Mendonça, ambos escolhidos por Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal (STF). O TSE elege seu presidente e vice-presidente entre os ministros do STF indicados para a Corte Eleitoral.












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Nesta segunda-feira (12), um relatório produzido pela equipe técnica do TSE informou que não foram encontradas publicações falsas no canal Exército do Lula, criado no WhatsApp para postagens de apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Essa foi a alegação do ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, para derrubar o site.

O vice-presidente também foi perguntado em relação à polêmica sobre a possibilidade de Nossa Senhora Aparecida perder o título de padroeira do Brasil. O assunto surgiu após a circulação de informações de que grupos evangélicos ligados à campanha de Flávio Bolsonaro teriam manifestado reprovação ao título de Padroeira com abrangência nacional. 

(Foto: Reprodução – X – Alckmin)

“O Brasil é um país de paz. Toda medida de violência, medida que vai contra as tradições, à nossa cultura religiosa, as tradições religiosas, são muito ruins. Isso vale para todos, católicos, evangélicos, cristãos, os que não são cristãos, enfim. Religião é religar, do latim religare. Religar a terra ao céu”, disse.

Ele destacou ainda a lei sancionada pelo presidente Lula em 2003, sobre liberdade religiosa. “O presidente Lula promulgou em 2003 a lei da liberdade religiosa. Nós defendemos a liberdade religiosa. Cada um pode ter a sua religião, deve respeitar a religião dos outros, até quem não tem religião merece ser respeitado”.

Em suas redes sociais, Alckmin informou que iria pedir a “intercessão de Nossa Senhora na saúde do Papa Leão XIV. Que seja breve a recuperação de sua santidade”.

E também “pelo futuro do nosso Brasil”.

Na missa principal do dia, o arcebispo Dom Mário Antonio da Silva disse que “o evangelho não nos autoriza a odiar quem pensa diferente e nem a matar os inimigos”.

“Jesus manda construir a paz, uma paz desarmada e desarmante. Mas muitas vezes alimentamos divisões com armamentos, guerras e tantos confrontos entre nós. O evangelho nos autoriza a construir pontes”, apontou.

Na a missa, o arcebispo Dom Mário Antônio da Silva agradeceu a presença de Geraldo Alckmin.

(Com informações da Agência Brasil)

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Fonte: Hora do Povo

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