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A capacidade de negociação do primeiro-ministro Pedro Sánchez com o Marrocos está se esgotando em meio à crise em Ceuta. Enquanto isso, os líderes da oposição, Alberto Núñez Feijóo e Santiago Abascal, intensificam suas críticas ao governo, e os aliados do Executivo começam a se distanciar dos socialistas, temendo perder apoio nas eleições. Em paralelo, o governo espanhol adota uma postura semelhante à da Comissão Europeia, que também tem minimizado suas declarações sobre o Marrocos, reconhecendo o país como um parceiro estratégico fundamental na luta contra a migração ilegal.

Fonte: Portada

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