A guerra da UE contra o desperdício ameaça a arte das garrafas de bebidas, alertam fabricantes de vidro

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Bottles are manufactured at a factory run by British glass containers maker and filler, Encirc, in Elton, north-west England on February 4, 2026. Operations at Encirc's northwest plant are under strain from exorbitant energy prices weighing on Britain's heavy industry. "We're paying a lot more energy costs than our European competitors," said Oliver Harry, head of corporate affairs at Encirc. The UK has some of the highest energy prices in Europe, driven by its reliance on natural gas and the costs of transitioning to renewables, which are passed on to bills. (Photo by Paul ELLIS / AFP via Getty Images)

Os renomados fabricantes de vinhos e destilados da Europa, que transformaram suas garrafas em ícones culturais, enfrentam desafios com uma nova legislação da União Europeia voltada para a redução de resíduos. A partir de 2030, a lei exigirá que as empresas utilizem o mínimo de material possível em suas embalagens, o que pode comprometer designs icônicos, como as garrafas de vodka Grey Goose, que são reconhecidas por suas formas e acabamentos distintos. Fabricantes de vidro alertam que essa regulamentação excessiva pode levar a uma homogeneização no setor, prejudicando a criatividade e a competitividade da indústria, que já enfrenta altos custos de descarbonização. Além disso, até mesmo pequenas destilarias artesanais na Bretanha terão que se adaptar a essas novas restrições, colocando em risco o uso de garrafas ornamentadas.

Fonte: Sustainability – POLITICO

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