A China adota IA, enquanto apenas 24% dos executivos farmacêuticos dos EUA apostam nela para a fabricação de medicamentos
Um novo levantamento da Citi revela que, embora as empresas farmacêuticas tenham adotado amplamente a inteligência artificial na pesquisa de medicamentos, apenas uma pequena fração dos executivos espera que essa tecnologia realmente contribua para o sucesso na produção de fármacos. Segundo John Yung, responsável pela pesquisa em saúde na Ásia do banco de investimento americano, o maior desafio não é a capacidade da IA em acelerar a descoberta de novos medicamentos, mas sim a incerteza de que essa aceleração resulte em produtos de maior qualidade ou em uma probabilidade aumentada de sucesso.