‘VisionQuest’ estreia no Disney+ e encerra a trilogia iniciada com ‘WandaVision’
Por Tiago Souza — Carta Capital
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Paul Bettany retorna como o sintozóide ao lado de James Spader; primeiras críticas internacionais dividem opiniões
VisionQuest estreia hoje no Disney+ com os dois primeiros episódios. A série da Marvel, criada por Terry Matalas — o showrunner de Star Trek: Picard —, encerra a trilogia iniciada por WandaVision em 2021 e continuada em Agatha Desde Sempre, integrando a Fase Seis do Universo Cinematográfico Marvel. São oito episódios no total, com Paul Bettany de volta como Visão e James Spader retomando Ultron.
Na série, um Visão repaginado escapou daqueles que buscavam transformá-lo em arma e segue escondido, com uma recompensa por sua cabeça. Em busca de um novo significado, ele consulta as personas de inteligências artificiais enquanto um garoto misterioso — possivelmente seu filho — se junta ao Vingador fugitivo em busca de respostas. A produção acompanha o sintozóide em uma jornada para recuperar a memória e a própria humanidade, em um arco que discute identidade, família e o que resta de alguém que foi reconstruído.
O elenco conta ainda com Ruaridh Mollica, Todd Stashwick, T’Nia Miller e Emily Hampshire, em uma trama que se passa nos bastidores do MCU e conecta diretamente os eventos de WandaVision.
A recepção internacional chegou dividida, e os primeiros números já circulam: segundo o Rotten Tomatoes, a série abriu com 87% de aprovação entre os críticos, índice que supera o de WandaVision no agregador. Segundo o site, o consenso das primeiras análises destaca as atuações de Bettany e Spader e o desfecho da trilogia.
Entre os veículos americanos, as opiniões se separam. Segundo a Variety, a produção “luta para se conectar emocionalmente” — na leitura do veículo, o mesmo problema enfrentado pelo próprio protagonista. Segundo o IndieWire, o encerramento da era das séries do MCU chega como um drama de “pai ruim” cansativo. Já a Rolling Stone definiu a série como “feita apenas para um robô amar”.
Do outro lado, segundo o TheWrap, Bettany está “elétrico” em uma conclusão “boba, mas digna” da saga de WandaVision. Segundo o The Hollywood Reporter, a produção é “ora comovente, ora exaustiva”, com o elenco elevando o material. Na imprensa brasileira, o Omelete classificou a estreia como o “encerramento perfeito” da trilogia e uma das melhores séries do MCU.
O lançamento concentra o interesse em dois públicos: quem acompanhou WandaVision e Agatha Desde Sempre e quer ver o desfecho da trilogia, e quem aprecia o MCU em sua fase de transição rumo a Vingadores: Doutor Destino. A série também dialoga com o interesse recente da Marvel por histórias centradas em inteligências artificiais, em um momento em que o tema ganhou espaço no debate público. Os episódios seguintes chegam ao Disney+ em lançamento semanal.
*Conteúdo produzido com auxílio de IA sob a supervisão de um profissional do CartaLab.
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Fonte: Carta Capital