Mulher é acusada de se hospedar em Airbnb, roubar e vender toda mobília da casa em SC

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Por Laís Gouveia — Brasil 247

247 – Uma mulher é investigada pela Polícia Civil de Santa Catarina por suspeita de vender móveis de uma casa que havia alugado por meio do Airbnb em Balneário Rincão, no Sul do estado. A suspeita ainda é procurada pelos investigadores.

Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, a apuração avançou depois que a polícia identificou uma transferência via Pix de R$ 3,8 mil feita pelo homem que comprou os móveis. Ele acabou responsabilizado por receptação culposa.

A partir dos dados da transferência, os investigadores conseguiram chegar à identidade da mulher e localizaram o perfil utilizado por ela na plataforma Airbnb.

Durante as diligências, os agentes também conversaram com os pais da investigada. De acordo com a Polícia Civil, eles relataram ter registrado um boletim de ocorrência contra a própria filha por supostos empréstimos fraudulentos contratados em nome da mãe.

Ainda segundo os pais, a família não mantém contato com a mulher desde maio deste ano.

Parte da mobília retirada do imóvel foi encontrada posteriormente em uma loja de móveis usados em Içara, também no Sul de Santa Catarina. Os itens foram recuperados pela polícia.

A investigação continua para esclarecer o destino dos demais objetos e as circunstâncias da comercialização.

Em nota, o Airbnb informou que suspendeu a conta da hóspede enquanto o episódio é apurado. A empresa acrescentou que possui um mecanismo de proteção destinado a indenizar anfitriões em casos de prejuízos provocados durante estadias.

“O Airbnb suspendeu a conta do hóspede em questão enquanto apura o caso. Toda reserva feita no Airbnb conta com a Proteção contra Danos ao Anfitrião, que cobre prejuízos causados aos anfitriões em até 3 milhões de dólares nos raros casos em que itens são danificados ou furtados durante uma estadia. Além disso, o Airbnb tem uma equipe dedicada ao atendimento a autoridades públicas que também está à disposição para apoiar uma eventual investigação relacionada ao caso.”

O caso é investigado como estelionato pela Polícia Civil de Santa Catarina.

Fonte: Brasil 247

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