Centro de Estudos do Supremo consolida propostas sobre sistema de Justiça

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Por Mateus Silva Alves — Consultor Jurídico

O Centro de Estudos Constitucionais do Supremo Tribunal Federal consolidou as propostas prioritárias apresentadas pela sociedade civil e por especialistas que integram o Grupo de Trabalho sobre Modernização do Sistema de Justiça. Também foram definidos os integrantes dos seis subgrupos temáticos. 

sasSa Rosinei Coutinho/STF
Grupo de estudos do STF consolidou propostas da sociedade civil e de especialistas

O conjunto de contribuições reúne um amplo diagnóstico, acompanhado de proposições sobre o tema. A consolidação foi feita pelo diretor do CESTF, Fernando Facury Scaff, e pelo relator, Ney de Barros Bello Filho, sem manifestação de opinião acerca do conteúdo. 

A sistematização tem caráter preparatório e não representa aprovação prévia das propostas. Durante os trabalhos, elas poderão ser acolhidas, modificadas, reunidas, substituídas ou rejeitadas.

Temas

Os trabalhos serão divididos em seis eixos. O primeiro trata de questões relacionadas ao STF, à Procuradoria-Geral da República e ao Superior Tribunal de Justiça. O segundo aborda os conselhos, como o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público. 

O terceiro é sobre agilidade processual. O quarto envolve gestão, organização e estrutura do Judiciário e do Ministério Público. O quinto é dedicado à inteligência artificial e às plataformas eletrônicas. E o sexto tem como foco o estatuto das carreiras que compõem o sistema de Justiça. 

Dois temas serão analisados por outras comissões. A remuneração dos membros do Poder Judiciário ficará a cargo de um grupo específico no CNJ. O tema relacionado ao código de ética será conduzido pela ministra Cármen Lúcia, do STF.

Calendário

Até 13 de outubro, cada subgrupo deverá organizar seus trabalhos, discutir e votar as propostas sob sua responsabilidade e encaminhar as conclusões ao relator. 

Será possível reunir temas conexos e apresentar propostas alternativas. Os relatórios deverão indicar, de forma sucinta, as razões para aprovar, rejeitar, alterar ou reunir cada proposta. 

Depois, o diretor e o relator consolidarão os relatórios, que deverão ser avaliados em reunião prevista para 26 de outubro. Com informações da assessoria de imprensa do STF.

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Fonte: Consultor Jurídico

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