Cine Ninja Indica: 10 obras que retratam a luta e as vivências de pessoas com deficiência

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Por Cine NINJAMídia NINJA

Amanda Soares no filme “Assexybilidade”. Foto: Gabriela Bagrichevsky
Cine Ninja Indica: 10 obras que retratam a luta e as vivências de pessoas com deficiência

Seleção marca o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência com histórias que colocam em primeiro plano diferentes experiências e perspectivas


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Frente de cinema e audiovisual da Mídia NINJA, reúne uma comunidade de realizadores, distribuidores, produtores e comunicadores que buscam se conectar e construir uma outra cena audiovisual no Brasil e no mundo.

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21 de setembro de 2026

18:41

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Frente de cinema e audiovisual da Mídia NINJA, reúne uma comunidade de realizadores, distribuidores, produtores e comunicadores que buscam se conectar e construir uma outra cena audiovisual no Brasil e no mundo.

Por Helô Alves

Nesta segunda-feira (21), Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Cine Ninja Indica reúne dez filmes e documentários disponíveis em plataformas de streaming que colocam pessoas com deficiência (PcD) no centro da própria história — como protagonistas de suas narrativas, e não como coadjuvantes ou símbolos de superação.

A data, instituída pela Lei nº 11.133/2005 e celebrada desde 1982 por iniciativa do movimento social organizado, marca a luta histórica por acessibilidade, trabalho, educação e participação plena na sociedade.

As obras selecionadas atravessam documentário e ficção e tratam de temas como sexualidade, surdez, paralisia cerebral e mobilidade reduzida — sempre a partir da perspectiva de quem vive essas experiências.

“Assexybilidade” (2023)

Direção: Daniel Gonçalves

Onde assistir: Globoplay

Sinopse: Histórias sobre a sexualidade de pessoas com deficiência e a pluralidade de experiências vividas por cada uma delas. O documentário desmistifica o tabu do sexo e revela dores como a invisibilidade e o preconceito de que pessoas com deficiência não sentiriam desejo.

“Zagêro” (2024)

Direção: Márcio Picoli e Victor Di Marco

Onde assistir: Globoplay

Sinopse: É tão normal ser normal, não é?

“Crip Camp: Revolução pela Inclusão” (2020)

Direção: James Lebrecht e Nicole Newnham

Onde assistir: Netflix

Sinopse: Um acampamento de verão para adolescentes com deficiência motiva um grupo de jovens a criar um movimento em busca de um mundo com mais igualdade.

“Feeling Through” (2019)

Direção: Doug Roland

Onde assistir: YouTube

Sinopse: Um encontro tarde da noite em uma rua de Nova York leva a uma profunda conexão entre um adolescente carente e um homem surdo-cego.

“Além do Som” (2020)

Direção: Eric Evangelista

Onde assistir: Netflix

Sinopse: Neste reality show, jovens com deficiência auditiva compartilham suas histórias e vivem a experiência universitária na Universidade de Gallaudet.

“A Pessoa é para o que Nasce” (2003)

Direção: Roberto Berliner e Leonardo Domingues

Onde assistir: Prime Video e YouTube

Sinopse: Três irmãs cegas do Nordeste brasileiro viveram cantando e tocando ganzá em troca de esmolas; o filme acompanha seu cotidiano e a reviravolta inesperada que o cinema provoca em suas vidas.

“Big Bang” (2022)

Direção: Carlos Segundo

Onde assistir: Globoplay e Vimeo

Sinopse: Chico ganha a vida consertando fornos, nos quais entra facilmente graças ao seu pequeno tamanho. Diante do desprezo de um sistema que o marginaliza, ele gradualmente entra em resistência.

“O Som do Silêncio” (2020)

Direção: Darius Marder

Onde assistir: Prime Video

Sinopse: Um baterista teme pelo futuro ao perceber que está gradualmente ficando surdo e vê em jogo tanto a música quanto o relacionamento com a namorada, integrante da mesma banda.

“Feliz Ano Velho” (1987)

Direção: Roberto Gervitz

Onde assistir: Globoplay

Sinopse: O jovem Mário fica tetraplégico ao bater a cabeça no fundo de um lago e, diante do que parecia ser o fim, resgata momentos de seu passado e descobre uma nova força para viver.

“37 Segundos” (2019)

Direção: Hikari

Onde assistir: Netflix

Sinopse: Para se livrar da mãe superprotetora, uma artista de mangá com paralisia cerebral inicia uma jornada de autodescoberta sexual e pessoal.

Fonte: Mídia NINJA

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