Correios afirmam que agências seguem abertas no ES durante greve de funcionários

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Publicado em 18 de Setembro de 2026 às 17:18

Ana Clara da Cruz

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Mesmo com os funcionários em greve há uma semana, os Correios afirmam que as agências e os centros de distribuição no Espírito Santo estão abertos e realizando atendimento ao público. A estatal afirma que a adesão ao movimento grevista é parcial e não prejudica a entrega de correspondências e encomendas.


Com o objetivo de assegurar a continuidade dos serviços, os Correios relatam ter adotado o Plano de Continuidade de Negócios. No planejamento, há ações como o remanejamento de equipes, a adoção de medidas logísticas específicas para preservar a regularidade das entregas em todo o país e o reforço das atividades operacionais .  

A paralisação teve início na sexta-feira passada (11), após proposta apresentada pela estatal ser negada pelos trabalhadores durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Os funcionários solicitam a preservação de direitos e garantias relacionados ao plano de saúde de empregados, aposentados e dependentes. 

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Espírito Santo (Sintect-ES) explicou que, no Estado, todas as unidades da Grande Vitória aderiram à greve, além de São Mateus, Venda Nova do Imigrante, Jaguaré e Pedro Canário. 


Apesar disso, os Correios afirmam que, na maioria das agências, sequer há empregados em greve e o funcionamento continua normalmente mesmo naquelas onde o movimento de paralisação é parcial. Além disso, a empresa relata que a situação é a mesma no setor de distribuição, com a manutenção de saídas para entrega de encomendas.  Os fluxos podem variar conforme a necessidade operacional, segundo a estatal.


Os Correios orientam os clientes a acompanharem o rastreamento de suas encomendas pelo site ou aplicativo da empresa e a aguardarem a entrega no endereço de destino. A estatal reforça que o comparecimento a uma unidade só é necessário quando o sistema indicar expressamente que o objeto está disponível para retirada.


O dissídio coletivo será julgado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) na próxima segunda-feira (21), às 13h30, durante a sessão especializada.  

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