AliExpress diz que fim da ‘taxa das blusinhas’ amplia acesso a importados

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Por Luis Mauro FilhoBrasil 247

247 – O AliExpress avaliou positivamente a sanção da Lei nº 15.502/2026, que tornou definitiva a alíquota zero do Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. Segundo a empresa, o fim da chamada “taxa das blusinhas” reduz custos, amplia o acesso a produtos importados e dá maior previsibilidade aos consumidores brasileiros.

A plataforma também considera que a mudança aumenta a liberdade de escolha dos compradores e oferece regras mais claras para o comércio eletrônico internacional.

“Acreditamos que esta decisão amplia o acesso dos consumidores brasileiros a produtos globais de qualidade a preços mais acessíveis, trazendo também mais liberdade de escolha para suas compras”, afirmou a diretora-geral do AliExpress Brasil, Briza Bueno.

Com a nova legislação, as encomendas internacionais de até US$ 50 passam a contar permanentemente com alíquota zero do Imposto de Importação. Na avaliação da companhia, a definição de uma regra estável reduz as incertezas sobre o custo final das compras.

O AliExpress informou ainda que pretende ampliar iniciativas direcionadas ao mercado brasileiro. Entre elas está o Brand+, programa dedicado à comercialização de produtos de marcas, além do aumento da oferta de mercadorias mantidas em estoque no Brasil.

A disponibilidade de itens em território nacional integra a estratégia da plataforma para aproximar sua operação das necessidades dos consumidores brasileiros. O estoque local também pode reduzir etapas logísticas e diminuir o tempo de entrega das encomendas.

A companhia destacou ainda que a Lei nº 15.502/2026 reforça as exigências de conformidade aplicadas às plataformas de comércio eletrônico. Para o AliExpress, as novas obrigações contribuem para aumentar a segurança e a transparência nas transações internacionais.

A mudança tributária estabelece um novo cenário para o comércio eletrônico transfronteiriço de menor valor, com efeitos sobre preços, planejamento das compras e atuação das plataformas no mercado brasileiro.

Fonte: Brasil 247

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