Félix de Givry, diretor de “Adieu monde cruel”: “Minha lembrança da adolescência é o terror dos outros, o sonho de me tornar alguém diferente”
Félix de Givry, diretor do filme “Adieu monde cruel”, apresenta uma obra que explora o mal-estar e o romantismo da adolescência, repleta de referências cinematográficas. Em uma entrevista, ele compartilha suas memórias da juventude, destacando a sensação de medo em relação aos outros e o desejo de se transformar em outra pessoa. O filme, que marca sua estreia na direção, promete ressoar com aqueles que vivenciaram as complexidades dessa fase da vida.
Fonte: Libération