André Mendonça e a “geração americana” do judiciário e da PF, tirem as mãos do sufrágio universal

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O judiciário brasileiro volta a ser um ponto central nas disputas políticas, especialmente com o papel de André Mendonça, que acumula poder significativo ao relatar casos que envolvem o filho do presidente Lula. Esse cenário reabre o debate sobre a influência do judiciário nas eleições, especialmente com a aproximação de 2026. Mendonça, ao somar posições no TSE e relatorias importantes, representa uma continuidade do que se chamou de ‘bonapartismo judiciário’, uma prática que tem raízes em intervenções políticas anteriores e que foi reforçada por ações como a Lava Jato e o golpe de 2016, alterando o panorama político do Brasil nos últimos anos.

Fonte: Esquerda Diário

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