André Mendonça tenta apagar os rastros da ligação com o Master, por Luís Nassif
O Instituto ITER, ligado ao Ministro André Mendonça, foi obrigado a divulgar contratos com entidades públicas, mas não com privadas. Em março de 2025, o ITER emitiu várias notas fiscais em um curto espaço de tempo, coincidentemente após a visita de Daniel Vorcaro ao instituto. A reunião, que Mendonça tentou caracterizar como uma consulta sobre precatórios, levantou questionamentos sobre a natureza dos negócios realizados ali. Após a revelação da reunião e das notas fiscais, Mendonça anunciou sua saída da sociedade do ITER, em um movimento que parece vislumbrar evitar a responsabilização por possíveis irregularidades.
Fonte: GGN