Flávio mente, mas o fato é que seu “tesouraço” significará cortes drásticos em aposentadorias e BPC

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Por Hora do Povo — Hora do Povo

Comentaristas afirmam que ele tenta esconder isso do eleitor. Eles afirmam que os cortes de Flávio só podem ser no BPC, no salário mínimo e nas aposentadorias

O candidato Flávio Bolsonaro prometeu aos banqueiros, em reunião na Faria Lima, que vai cortar R$ 250 bilhões do Orçamento da União. Ele garantiu aos donos de bancos presentes em seus encontros que não cortará nos juros, que consomem R$ 1,3 trilhões por ano do orçamento público.

Imediatamente, o país inteiro passou a cobrar que Flávio diga de onde irá cortar. Para atingir esse valor prometido aos magnatas sem mexer nos juros, Flávio terá que cortar nas aposentadorias, no BPC (Benefício de Prestação Contiuada), dirigida a idosos miseráveis, nas verbas do Farmácia Popular, no dinheiro para a Educação, para a Saúde, a habitação popular e outros programas sociais.












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Esta é a grande discussão no momento no Brasil. O povo quer saber o que será de seus direitos. Só que Flávio está escondendo seus planos do povo. Ele está pedindo para os seus “cabos eleitorais” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kássio Nunes Marques e André Mendonça, esconderem seus cortes da população. Ele pede e eles censuram quem cobra onde serão feitos os cortes de R$ 250 bilhões. Eles não querem permitir que o país discuta que sofrerá com o tesouraço que Flávio prometeu aos bancos.

Comentaristas e economistas garantem que não há como ele garantir aos banqueiros que fará esses cortes e não mexer nas aposentadorias, no BPC e na Educação, por exemplo. Ele está escondendo isso da população porque, se a verdade vier à tona, como está vindo fortemente, ele perde a eleição.

Duas coisas confirmam que Flávio Bolsonaro está mentindo e escondendo que vai detonar com os direitos do povo.

Primeiro ele diz que vai seguir os passos de seu pai. Só que Jair Bolsonaro congelou o salário mínimo e as aposentadorias por quatro anos. O governo do pai, que ele disse que vai dar continuidade, paralisou a construção de habitação no país, cortou pela metade o programa Farmácia Popular, que distribui remédios de graça, provocou a morte de 700 mil pessoas na pandemia por falta de vacinas e reduziu as verbas para a merenda escolar.

A segunda é que, tanto ele como sua equipe econômica, alardeiam que o exemplo que eles vão seguir é o do governo de Javier Milei, da Argentina. Milei fez cortes drásticos nas aposentadorias e na Educação. Afundou a Argentina na maior recessão de sua história. Milhares de empresas fecharam as portas e milhões de pessoas perderam os empregos. O país está um caos. Mais de um terço da população argentina caiu na miséria absoluta.

A “motossera” de Javier Milei arrasou a economia da Argentina e provocou uma miséria nunca vista no país vizinho. Esta política tresloucada e subserviente aos ricaços trouxe a miséria e a fome para a sua população argentina. Flávio diz que seu “tesouraço” aqui no Brasil será idêntica a que fez o presidente argentino. Ou seja, o “tesouraço” de Flávio, que ele hoje tenta esconder onde será, é a certeza de um desastre monstruoso na economia brasileira.

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Fonte: Hora do Povo

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