BioUS amplia presença em hubs globais e fortalece estratégia internacional
Por Brasil 247 — Brasil 247
A BioUS, deep tech de bioeconomia circular fundada em Goiânia, desenvolve tecnologias para transformar resíduos orgânicos e agroindustriais em soluções biotecnológicas. Sua plataforma inclui bioinsumos e nanomateriais biodegradáveis voltados ao agronegócio, à indústria e à área de saúde.
Segundo o fundador Raimundo Lima, a empresa foi criada com o objetivo de descentralizar a biomanufatura e levar tecnologia desenvolvida no Brasil a cadeias produtivas e ecossistemas internacionais.
Jornada internacional
A internacionalização da BioUS começou em 2024, com a participação no Startup OutReach Brasil e na 3ª Missão Brasileira de Startups, em Singapura. No mesmo período, a presença no Web Summit Lisboa aproximou a empresa de oportunidades na União Europeia e em países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Em 2025, a startup integrou a comitiva brasileira no Hello Tomorrow Global Summit, em Paris. A agenda incluiu aproximação com os polos de Paris-Saclay e Genopole, além de instituições de pesquisa e empresas de biotecnologia.
Em 2026, com apoio do Sebrae, da SECTEC e do Itamaraty, a BioUS participou do NextRise, em Seul, na Coreia do Sul, e também esteve no Pangyo Techno Valley.
Presença em diferentes mercados
A empresa mantém operação em Miami, nos Estados Unidos, presença em Portugal por meio da IERA, em Aveiro, e um hub no Spartners, em Paris. Também conta com uma responsável por negócios em Singapura para prospectar parcerias e ampliar a atuação no continente asiático.
Para Raimundo Lima, a internacionalização de uma deep tech envolve mais do que a exportação direta de produtos, pois requer proximidade com centros de pesquisa, parceiros industriais, investidores e mecanismos de aceleração tecnológica. Ele afirma que o apoio do Sebrae incluiu programas de capacitação, missões empresariais e ações de aproximação com ecossistemas estratégicos.
Com informações da Sebrae
Fonte: Brasil 247