Na volta de campanha na TV, Pazolini e Ricardo destacam entregas dos mandatos

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Publicado em 09 de Outubro de 2026 às 19:09

Aline Nunes

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Na volta da propaganda eleitoral na TV, os candidatos ao governo do Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB), focaram as entregas realizadas durante mandatos. Não houve ataques ou críticas à gestão do adversário neste início de disputa de segundo turno das Eleições 2026. 

A propaganda começou com o candidato republicano, que abriu o programa agradecendo aos mais de 1 milhão de eleitores que votaram nele no primeiro turno. “Isso mostra que os capixabas confiam no nosso trabalho. Isso é o mais importante: a confiança no nosso trabalho, que muda realidades sociais”, declarou Pazolini, enquanto caminhava pela orla da Enseada do Suá, em Vitória. 

Para aqueles que não votaram, o ex-prefeito da Capital convidou para conhecer o seu “jeito de trabalhar”. Na sequência, a propaganda relacionou projetos implantados na gestão de Pazolini no município, como a inclusão de merenda extra nas escolas, extensão do horário de atendimento de unidades de saúde e distribuição de cartão-alimentação. 

O programa também exibiu cenas de Pazolini com militantes e apoiadores e tocaram o jingle do “coração grandão”, com direito à coreografia. 

“Chegar até aqui foi uma conquista de muita gente, e nosso caminho continua. Faltam poucos dias para o Espírito Santo escolher o futuro que quer construir”, completou o candidato do Republicanos. 

Já o programa de Ricardo o colocou sentado à mesa como se conversasse com quem estava assistindo à TV e, nesse bate-papo, o emedebista se reapresentou ao eleitor para a disputa. Fez citação de João Guimarães Rosa, no famoso trecho do romance “Grande Sertão: Veredas” que diz que a vida exige da gente coragem. Na sequência, o governador enumerou realizações. 

“Isso não tem faltado ao povo capixaba e à minha luta e ao meu trabalho. Ao longo desses anos em que nós refundamos o Estado do Espírito Santo — ali atrás, o nosso Estado estava mergulhado na desorganização, no crime organizado —, eu fui parte dessa trajetória, como secretário da Agricultura, de Infraestrutura, como senador e como governador do Estado, sucedendo o governador (Renato) Casagrande“, disse Ricardo, frisando ainda o fato de o Espírito Santo ter se tornado um Estado organizado e que é referência. 

O emedebista ressaltou que a decisão de se candidatar a governador não foi tomada de um dia para o outro e que se preparou ao longo da vida para a função. O programa foi encerrado com um depoimento da esposa do candidato, Vivian Coser, que falou brevemente sobre os dois. Ela evidenciou características do marido, como a habilidade para conexões nacionais e internancionais, que, na opinião dela, tornam-no um bom gestor. 

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