É imperativo Lula vencer. E Lula pode vencer!
Por Jeferson Miola — Brasil 247
Flávio Bolsonaro não esconde seus planos tenebrosos para o Brasil e para o povo brasileiro.
A cada nova declaração, o gângster-filho deixa patente o risco de retrocessos terríveis que a eventual vitória dele representa.
Com a maioria conquistada pela extrema-direita no Congresso, sobretudo no Senado, ele poderá se valer de um poder praticamente absoluto, incontestável.
Diferentemente do governo do gângster-pai, Flávio terá um poder autocrático ilimitado, sem freios institucionais e mecanismos de contenção, porque também dominará a Suprema Corte indicando quatro ministros da mesma estirpe do André Mendonça, Kássio Nunes Marques, Dias Toffoli e Luiz Fux – todos com envolvimento com Daniel Vorcaro e nenhum compromisso com a democracia.
No Planalto, a facção de gângsteres agirá com vingança, brutalidade e repressão política à resistência popular que se levantará contra os retrocessos e a transformação do Brasil num protetorado dos Estados Unidos.
Com Flávio, não teremos uma ditadura típica, mas uma tirania da maioria –que também é ditatorial– com verniz de normalidade institucional, pois eleita pela soberania popular.
Por isso é um imperativo que Lula vença a eleição no dia 25.
Lula é a única e a última barreira para evitar-se o desastre total com o país jogado no abismo fascista e reacionário.
É óbvio que Lula enfrentará sérias dificuldades para a governabilidade. Ele será ameaçado dia sim e outro também por impeachment.
Mas isso, no entanto, é uma questão a ser examinada e equacionada no seu devido tempo, após reelegermos Lula, quando então seremos obrigados a inventar as desafiadoras estratégias de governabilidade diante desse cenário crítico.
Nestes próximos 17 dias, estamos diante deste imperativo de reeleger Lula. E a reeleição do dele é absolutamente possível.
Mais além de orientações da coordenação da campanha do Lula, já no amanhecer do dia 5 começaram espocar por todo país iniciativas autônomas e autoconvocadas para barrar o gangsterismo e eleger Lula.
Juventudes estudantis de várias universidades promovem levantes e engajam militâncias sindicais, populares e comunitárias na campanha.
Comitês de candidatos/as a deputados/as preservaram estruturas e equipes militantes e organizam trabalhos nas áreas de intervenção.
Lula convocou parlamentares jovens eleitos com atuação destacada nas redes sociais, e que já estão atuando fortemente no âmbito digital, ambiente onde a extrema-direita é dominante.
Esta iniciativa converge com o Exército digital do Lula organizado por André Janones, que já está próximo de superar os três milhões de batalhadores pela reeleição do Lula.
A campanha para reeleger Lula está contando com a força, a energia e a garra da militância progressista, de esquerda e democrática que se joga de corpo e alma nas redes sociais, nas ruas e nos territórios reais mostrando o horror de um governo Flávio, mil vezes pior que o tenebroso governo do pai dele.
Essa militância combativa e aguerrida torna real a perspectiva de vitória do Lula na luta da democracia contra o gangsterismo, o fascismo e o reacionarismo.
Fonte: Brasil 247