Conselho do Vasco aprova venda da SAF para Marcos Lamacchia
Por Esporte News Mundo — Carta Capital
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Conselho Deliberativo aprova por 175 a 26 a proposta para transferência de 90% da SAF, que agora depende do aval dos sócios em Assembleia Geral.
O Conselho Deliberativo do Vasco aprovou nesta terça-feira (6) a proposta da Almirante Participações para a aquisição de 90% das ações da Nova SAF do clube. A empresa, ligada ao empresário Marcos Faria Lamacchia, recebeu parecer favorável dos conselheiros e agora aguarda a decisão dos sócios estatutários.
A votação terminou com 175 votos favoráveis à operação, 26 contrários e três abstenções. Ao todo, 204 conselheiros participaram do pleito que analisou a proposta para a transferência do controle societário da SAF.
Pela estrutura apresentada, a Almirante Participações ficará com 90% do capital da Nova SAF do Vasco. O clube associativo manterá os 10% restantes das ações, além dos direitos especiais previstos no contrato da operação.
Apesar da aprovação no Conselho Deliberativo, a transferência ainda não está concluída. O processo depende obrigatoriamente do aval dos sócios estatutários em Assembleia Geral, que representa a última instância para a oficialização da operação.
A aprovação dos associados será necessária para que a participação de 90% seja efetivamente transferida para a Almirante Participações. A partir disso, poderá ser concluída a transição do controle da SAF para o novo grupo.
A proposta é vinculada ao empresário Marcos Faria Lamacchia, que passará a ter o controle majoritário da estrutura caso a operação seja aprovada também na Assembleia Geral.
Enquanto isso, o Vasco associativo permanecerá com 10% das ações da SAF e manterá os direitos especiais definidos no acordo. A participação garante a permanência do clube dentro da estrutura societária da empresa.
Com a aprovação do Conselho Deliberativo, o processo entra agora na etapa decisiva. A convocação e a realização da Assembleia Geral dos sócios estatutários serão necessárias para definir o futuro da operação e confirmar ou rejeitar a venda de 90% da Nova SAF.
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Fonte: Carta Capital