Jornal de oposição ao governo do Equador deixa de circular em papel após intervenção
Por CartaCapital — Carta Capital
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Direto da Redação, com Paulo Nogueira Batista: O Brasil vai caber no quintal dos EUA?
A editora do ‘Expreso’ denuncia uma perseguição política por parte da gestão de Daniel Noboa
Após 53 anos de história, o tradicional jornal equatoriano Expreso anunciou que sua última edição impressa circulará em 9 de outubro. A decisão ocorre em meio a uma intervenção estatal motivada por alegações de irregularidades na venda de ações.
A editora Granasa, responsável pelo veículo, denuncia uma perseguição política por parte do governo de Daniel Noboa (direita) para silenciar sua linha editorial crítica. Colunistas e a própria empresa classificam o episódio como um “estrangulamento” financeiro e legal.
Enquanto a Sociedade Interamericana de Imprensa expressou preocupação com o caso, a gestão de Noboa aponta irregularidades — incluindo investigações por lavagem de dinheiro e disputas acionárias.
O Expreso manterá apenas sua versão digital. “Nem a intervenção poderá dobrar a independência da linha editorial e informativa”, afirmou o veículo em fevereiro.
*Com informações da AFP
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Fonte: Carta Capital