Ao ir votar em Lula, Durigan destaca desemprego e inflação baixos e segurança fiscal do governo

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Por Leonardo Sobreira — Brasil 247

247 – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou neste domingo (4), antes de votar nas eleições gerais, que o terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, chega pleito com resultados concretos que, segundo ele, combinam inflação e desemprego em níveis historicamente baixos e maior controle das contas públicas.

“Estou animado porque eu acho que além de ser de um lado (uma disputa entre) democracia e de outro a barbárie, você tem de um lado quem fez uma gestão pública melhor. As contas hoje em dia estão melhores do que no governo anterior, a transparência é melhor, e mesmo as medidas de produtividade, todas que a gente adotou, já estão botando o Brasil em um caminho melhor”, afirmou Durigan a um jornalista da agência Broadcast.

Durigan destacou que a “taxa de desconforto”, calculada pela soma da inflação com o desemprego, atingiu o menor nível da série histórica, e sustentou que nenhuma medida com impacto fiscal foi aprovada sem compensação de receita, citando como exemplo o reajuste do Bolsa Família dentro do espaço disponível no Orçamento.

“O discurso fácil é um discurso de marketing, ele de fato não convence ninguém e ele simplesmente quer atender a uma pequena parcela do mercado financeiro, que acaba incentivando esse tipo de discurso. Mas se a gente olhar assim friamente para os números, o que que a gente tem?”, indagou o ministro, ao criticar a oposição bolsonarista.

“Eu vou destacar duas coisas fundamentais para um dia como hoje. A taxa de desconforto no Brasil, que é a soma de inflação e desemprego, ela chegou na menor da história. Então hoje a inflação é a menor da história para um mandato presidencial e a taxa de desemprego também. Quando você soma inflação, preço baixo, com desemprego baixo, quer dizer, as pessoas empregadas, ocupadas, com renda, você tá numa situação em que você permite às pessoas do Brasil dar condições para que elas trabalhem, para que elas voltem a ter renda e passem a ter uma situação melhor. Nós temos isso e de outro lado a gente tem a segurança de um fiscal que não teve nenhuma medida aprovada sem compensação de receita, mesmo as medidas que a oposição criticou muito sobre Bolsa Família agora no fim do ano, não foi o que foi feito em 22 de aumentar de 400 para 600 sem orçamento. Não, a gente achou o espaço no orçamento e aí fez o reajuste pela inflação para garantir o poder de compra, o que é algo muito justo para quem tá numa situação de vulnerabilidade”, afirmou Durigan.

Fonte: Brasil 247

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