Itaberaí soma 9,37 milhões de galos, galinhas e frangos e supera Rio Verde, que perde 2,33 milhões, aponta IBGE

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Por Bruna Ariadne — Jornal Opção

Itaberaí soma 9,37 milhões de galos, galinhas e frangos e supera Rio Verde, que perde 2,33 milhões, aponta IBGE

Itaberaí retomou a liderança em número de galináceos em Goiás ao encerrar 2025 com 9,37 milhões de cabeças, à frente dos 8,98 milhões de Rio Verde. Enquanto o efetivo de Itaberaí cresceu 1,8%, o de Rio Verde caiu 20,6%, invertendo a posição dos dois municípios no ranking estadual.

Os dados são da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada nesta quarta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Itaberaí ficou com o nono maior efetivo do país, enquanto Rio Verde ocupou a 11ª posição. A diferença entre eles chegou a 384.450 cabeças.

Rio Verde registra redução de 2,33 milhões de cabeças

Itaberaí não superava Rio Verde desde 2022. Em 2024, Rio Verde tinha 11,31 milhões de galináceos, uma vantagem de mais de 2 milhões sobre os 9,2 milhões registrados em Itaberaí.

Essa distância foi revertida principalmente pela redução do efetivo de Rio Verde, que perdeu cerca de 2,33 milhões de cabeças em um ano. No mesmo período, Itaberaí acrescentou 166.450 ao total.

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Efetivos de galináceos, variação percentual e participação relativa no efetivo total – Brasil, principais
unidades da Federação municípios com os maiores efetivos – 2024 e 2025

Pires do Rio entra entre os 20 maiores efetivos do Brasil

Pires do Rio também ganhou destaque na pesquisa. Com crescimento de 33,2%, o município passou de aproximadamente 5,1 milhões para 6,7 milhões de galináceos e entrou no grupo dos 20 maiores efetivos do país.

Mineiros permaneceu nesse grupo, com 7,7 milhões de cabeças. O avanço desses municípios, porém, não impediu a queda no total estadual.

Goiás contabilizou 95,1 milhões de galináceos em 2025, recuo de 3,9% em relação aos 98,98 milhões do ano anterior. Apesar da redução, manteve a sexta posição nacional.

No Brasil, o efetivo cresceu 1,6% e alcançou 1,61 bilhão de cabeças. O Paraná apresentou o maior total, com 463,5 milhões, seguido por São Paulo, com 196,4 milhões, e Rio Grande do Sul, com 166,2 milhões.

Produção de ovos cai em Goiás e cresce no país

A produção goiana de ovos de galinha também recuou em 2025. O volume passou de aproximadamente 300 milhões para 293,1 milhões de dúzias, queda de 2,3%. Goiás respondeu por 5,1% da produção nacional.

O resultado contrasta com o crescimento de 5,7% registrado no Brasil, onde foram produzidos 5,74 bilhões de dúzias. São Paulo concentrou 22,5% desse volume, com 1,29 bilhão de dúzias. Paraná e Minas Gerais vieram na sequência, com 553,2 milhões e 535,7 milhões, respectivamente.

Leopoldo de Bulhões reduz distância para Inhumas

Inhumas manteve a maior produção de ovos de Goiás, mas viu Leopoldo de Bulhões se aproximar. A produção de Inhumas caiu 8,9%, de 52,9 milhões para 48,21 milhões de dúzias, enquanto a de Leopoldo de Bulhões cresceu 5,6%, de 43,72 milhões para 46,18 milhões.

Produções de ovos de galinha (mil dúzias), variação percentual e participação relativa – Brasil, princi-
pais Unidades da federação e principais municípios produtores – 2024 e 2025

Com esses resultados, a diferença entre os municípios diminuiu de cerca de 9,2 milhões para pouco mais de 2 milhões de dúzias. No ranking nacional, Inhumas ficou em 16º lugar e Leopoldo de Bulhões em 17º.

Outros destaques da produção goiana foram Hidrolândia, com 21,1 milhões de dúzias, Rio Verde, com 18,7 milhões, e Jataí, com 17 milhões.

A maior produção municipal do Brasil foi registrada em Santa Maria de Jetibá, no Espírito Santo, com 352,5 milhões de dúzias. Bastos, em São Paulo, ficou em segundo lugar, com 280,1 milhões, seguido por São Bento do Una, em Pernambuco, com 164 milhões.

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Fonte: Jornal Opção

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