Mulheres comandam mais de 4 mil propriedades rurais no ES

0

A Gazeta

Redes Sociais

Esqueci minha senha

Acesse aqui

Acesse aqui

Publicado em 25 de Setembro de 2026 às 15:16

Lucas Gaviorno

Publicado em 

Receba as principais notícias de no seu Whatsapp.

As mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço no campo e já são responsáveis pela gestão de cerca de 4.500 propriedades rurais no Espírito Santo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse cenário também se reflete em propriedades como a de Poliana Melotti, na zona rural de Colatina, no Noroeste do Estado.

A agricultora cria cerca de 500 galinhas que produzem, em média, 380 ovos por dia. As aves são criadas soltas, com cuidados que envolvem desde a alimentação até o bem-estar.  “Elas podem sair para ciscar. Não usamos antibióticos porque prezamos pelo bem-estar dos animais e pelo nosso também, porque comemos o que é produzido por elas”, contou.

Além da presença cada vez maior no campo, as mulheres vêm ampliando a participação em cursos voltados ao agronegócio. No campus Itapina do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), a maioria dos estudantes é formada por mulheres. 

A pedagoga da instituição Elisângela Madeiraafirmou que a presença feminina em cursos como Agronomia e Zootecnia aumentou nos últimos anos.

“Bem no início, majoritariamente era o público masculino dominando esses cursos. Essa realidade vem mudando ao longo dos anos. Hoje, 58% dos estudantes do campus são mulheres”, disse.

A estudante de Zootecnia Kailany Morosini será a primeira da família a concluir um curso superior e já faz planos para o futuro. “É como se eu estivesse vivendo um sonho. É muito legal aprender tudo que o produtor precisa fazer para o alimento chegar às nossas casas”, contou.

Outra estudante do instituto, Andressa Sian, também sonha em crescer profissionalmente dentro agronegócio e destaca a importância de reconhecer o trabalho das mulheres no campo.

“As mulheres que moram na roça não somente cuidam da casa. Elas ajudavam a apanhar um pouco de café e muito mais. Mulheres que estavam participando deste processo mas que não eram muito reconhecidas”, destacou.

*Com informações do repórter Enzo Teixeira, da TV Gazeta

Veja Também 

Tópicos Relacionados

Notou
alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a
corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua
mensagem

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Privacidade e segurança

Privacidade e segurança

© 1996 – 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fonte: A Gazeta

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *