A contrainteligência russa tentou transformar uma Pussy Riot em espiã secreta
Margarita Konovalova, conhecida como Rita Flores no grupo Pussy Riot, revelou em entrevista que foi pressionada a emboscar seu ex-namorado, editor de um veículo crítico ao governo russo. O grupo, que ganhou notoriedade em 2011 por suas performances provocativas, continua a enfrentar repressões severas, mesmo fora da Rússia. A situação das integrantes exiladas, como Mariya Alyokhina, que foi condenada a 13 anos de prisão por criticar a invasão da Ucrânia, evidencia a crescente repressão à liberdade de expressão e direitos humanos no país.
Fonte: eldiario.es – Cultura