A treta de Renan Santos que facilitou a decisão do candidato de faltar a debate

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Por Diego AmorimReportagem – PlatôBR

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O debate presidencial marcado para esta sexta-feira, 18, será ainda mais esvaziado.

Além das esperadas ausências de Lula e Flávio Bolsonaro, os candidatos Ronaldo Caiado e Renan Santos também comunicaram que não vão participar. Até o início da tarde, Augusto Cury e Romeu Zema estavam confirmados. O debate é promovido pelo podcast Inteligência Ltda.

Caiado alegou readequação de agenda.

Já Renan, que tem feito uma tour de ônibus pelo Centro-Sul do país, disse que está com “problema na voz”, e é verdade.

A coluna, porém, soube de outro motivo que ajudou Renan a decidir não participar. O debate conta com o apoio do Metrópoles e do G4 Educação, fundado pelo empresário Tallis Gomes, que cedeu a sede da empresa em São Paulo para o evento.

Tallis já anunciou voto em Flávio Bolsonaro e tem ajudado a puxar o coro pelo “voto útil” da direita no candidato do PL. Nas redes sociais, protagonizou diversos embates com integrantes do MBL, fundado por Renan.

A relação azedou ainda mais depois que Renan e aliados acusaram Tallis de intermediar financiamento de forma irregular para a campanha de Flávio por meio da Rockbridge Network, uma rede conservadora cofundada por J.D. Vance, vice-presidente dos Estados Unidos, e da qual o empresário brasileiro faz parte.

A campanha de Renan jura que o motivo não foi “somente” este, mas, nos bastidores, admite que não fazia qualquer sentido ir à “casa de Tallis” neste momento da campanha.

Fonte: Reportagem – PlatôBR

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