Trump avalia “aniquilar” inimigos iranianos após ataque em Hormuz

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Por Redação Brasil 247Brasil 247

247 – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar perto de uma “grande decisão” sobre o Irã e admitiu a possibilidade de “aniquilar” seus inimigos iranianos, enquanto a Guarda Revolucionária anunciou ter atingido um petroleiro de bandeira togolesa no Estreito de Hormuz. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (18) pela Al Jazeera.

Segundo a emissora, Trump declarou ao site Axios que “qualquer coisa pode acontecer” enquanto avalia seu próximo passo na guerra contra o Irã. A fala eleva o grau das ameaças de Washington em meio ao agravamento dos confrontos e à intensificação das ações militares em uma das principais rotas marítimas do mundo.

O presidente norte-americano não detalhou qual medida está em análise nem informou quando pretende anunciá-la. Ao mencionar a possibilidade de “aniquilar” os adversários iranianos, porém, Trump sinalizou que novas operações contra Teerã permanecem entre as alternativas consideradas pela Casa Branca.

Paralelamente, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou ter atacado um petroleiro de bandeira do Togo no Estreito de Hormuz. De acordo com a versão iraniana, a embarcação tentava realizar uma “passagem ilegal” pela região.

Até o momento da atualização publicada pela Al Jazeera, não haviam sido apresentados detalhes sobre a extensão dos danos ao navio, a situação de seus tripulantes ou a carga transportada. Também não havia confirmação independente das circunstâncias descritas pela Guarda Revolucionária.

O episódio adiciona um novo foco de tensão ao conflito por envolver o Estreito de Hormuz, corredor marítimo estratégico para o transporte internacional de petróleo. Qualquer interrupção prolongada na navegação pela área pode afetar o abastecimento global e ampliar a pressão sobre os preços da energia.

A declaração de Trump e o anúncio iraniano ocorreram enquanto a guerra entra em uma etapa de crescente imprevisibilidade. A possibilidade de uma nova decisão militar dos Estados Unidos, combinada aos ataques contra embarcações, aumenta o risco de expansão dos confrontos no Golfo Pérsico.

Fonte: Brasil 247

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