Robles defende a atuação do CNI em Ceuta e descarta participação do Marrocos: “O ataque foi uma autogestão de indivíduos”
La ministra de Defensa, Margarita Robles, durante una comparecencia ante la Comisión de Defensa en el Congreso de los Diputados, a 25 de agosto de 2026, en Madrid (España). La comparecencia tiene como objeto informar sobre la gestión de sus competencias en relación a los hechos sucedidos en la Ciudad Autónoma de Ceuta el día 30 de julio y en posterioridad. Marta Fernández / Europa Press 25/8/2026
A ministra da Defesa da Espanha, Margarita Robles, apresentou-se no Congresso para defender o trabalho do Centro Nacional de Inteligência (CNI) e dos serviços de espionagem das Forças Armadas durante a crise em Ceuta. Em sua fala, ela rejeitou a ideia de que o governo marroquino estivesse envolvido na entrada massiva de pessoas na cidade, afirmando que o ocorrido foi resultado de uma autogestão de indivíduos. Robles também pediu desculpas à população local que se sentiu abandonada e reiterou que qualquer agressão a Ceuta ou Melilla é considerada uma agressão a toda a Espanha, destacando a responsabilidade do Estado em garantir a soberania e segurança dessas regiões.
Fonte: eldiario.es – eldiario.es