Planalto não irá “baixar a guarda” diante da interferência dos EUA na eleição

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Por Leonardo SobreiraBrasil 247

247 – Apesar da cordialidade no recente telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, dos Estados Unidos, o Planalto não deverá “baixar a guarda” diante da interferência de Washington nas eleições brasileiras, segundo uma fonte palaciana.

Na avaliação da fonte, o Departamento de Estado dos EUA e suas alas ideológicas permanecem como um entrave para qualquer avanço no pleito brasileiro pelo respeito à soberania nacional.

A fonte avalia que Washington pode estar aguardando o desenrolar da conjuntura política brasileira, atualmente marcada por forte tensão, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), que atravessa uma crise provocada por fatores alheios aos Estados Unidos. Nesse contexto, a situação atual envolvendo a Corte e suas eventuais repercussões estaria menos suscetível à interferência estrangeira.

Um gesto mais dramático de interferência do governo Trump, também considerando o quadro eleitoral extremamente competitivo, poderia “sair pela culatra”, disse a fonte, ao relembrar o forte rechaço popular a tentativas passadas de ingerência dos EUA.

Uma interferência dramática, contudo, poderia ocorrer à medida que as tensões internas diminuam, possivelmente após o primeiro turno da eleição. Entretanto, ressaltou-se que o Brasil está melhor posicionado hoje para enfrentar turbulências do gênero, tendo atravessado com êxito as turbulências institucionais provocadas por governos passados.

Diante do exposto, é plausível que mesmo nos Estados Unidos há dúvidas sobre de que maneira Washington poderia interferir na eleição.

Fonte: Brasil 247

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