Mercado da Mentira expõe disparada da comida com Bolsonaro e controle da inflação com Lula
Por Augusto Leite — Partido dos Trabalhadores
FILIAR É UM ATO DE LUTA.
O Partido dos Trabalhadores nasceu da coragem de quem nunca aceitou a injustiça como destino.
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Novo site da campanha petista compara preços dos alimentos e mostra como a alta herdada do governo anterior ainda pesa no bolso das famílias brasileiras
Da Rede PT de Comunicação
Publicado em 09/09/2026 às 12h35
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A comida subiu bastante no Governo Bolsonaro e o brasileiro ainda sente essa conta no supermercado. É esse passado que o Mercado da Mentira, site lançado pela campanha de Lula, coloca em evidência para enfrentar a desinformação da extrema direita sobre o custo de vida. No recorte apresentado pela plataforma, a inflação média anual dos alimentos consumidos em casa passou de 13,2%, entre 2020 e 2022, para 3%, entre 2023 e 2025.
A diferença ajuda a entender por que o orçamento das famílias continua pressionado mesmo com a melhora dos indicadores econômicos sob Lula. A desaceleração da inflação reduz a velocidade dos aumentos, mas não desfaz automaticamente o encarecimento anterior. Quando Lula assumiu, em janeiro de 2023, os preços já estavam em um patamar elevado.
Os resultados recentes mostram alívio: em julho, os alimentos consumidos em casa ficaram 1,14% mais baratos, e a cesta básica caiu em 26 das 27 capitais. Ainda assim, recuperar o poder de compra exige enfrentar tanto o peso dos aumentos acumulados quanto a necessidade de ampliar a renda.
“A comida subiu 4x mais no governo Bolsonaro”, destaca a plataforma.
No período de Bolsonaro, as altas anuais apresentadas são de 18,1% em 2020, 8,2% em 2021 e 13,2% em 2022. Com Lula, houve queda de 0,5% em 2023, seguida de aumentos de 8,2% em 2024 e 1,4% em 2025. A comparação trata do ritmo de encarecimento, não de alimentos quatro vezes mais caros. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Uma conta simples ajuda a visualizar o problema. Um produto que passa de R$ 10 para R$ 15 teve aumento de 50%. Se depois cair 10%, custará R$ 13,50: ficou mais barato, mas continua acima do preço inicial. Por isso, a percepção de que a compra ainda pesa no bolso pode coexistir com a redução da inflação e a queda de determinados produtos.
Além dos comparativos, o Mercado da Mentira reúne conteúdos para rebater alegações sobre a economia e apresenta medidas como a ampliação da isenção do Imposto de Renda e a renegociação de dívidas.
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Fonte: Partido dos Trabalhadores