Uma psicóloga indica como escolher as atividades extracurriculares: “Nem tudo que nossos filhos fazem precisa servir para algo”

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Com o início do novo ano letivo, muitas famílias se deparam com a difícil tarefa de escolher atividades extracurriculares para seus filhos. Em um cenário onde a pressão por resultados e a preparação para o futuro são cada vez mais intensas, a psicóloga Belén Díaz Allende sugere uma abordagem mais centrada no bem-estar das crianças. Segundo ela, é fundamental considerar as necessidades individuais de cada criança, ao invés de apenas buscar atividades que possam ser vistas como investimentos para o futuro. Díaz Allende destaca a importância do tempo livre e do lazer, ressaltando que momentos de descanso e até mesmo o tédio são essenciais para o desenvolvimento saudável dos pequenos. Além disso, ela alerta para o erro comum de encarar as atividades extracurriculares como uma forma de detectar talentos precocemente, enfatizando que essas experiências devem ser oportunidades de diversão e exploração.

Fonte: eldiario.es – eldiario.es

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