Uma única intervenção cirúrgica permite frear arritmias e prevenir um possível AVC posterior
A fibrilação atrial, considerada a arritmia cardíaca mais comum, é responsável por cerca de um terço dos acidentes vasculares cerebrais (AVCs), conforme dados da Sociedade Espanhola de Cardiologia. Essa condição pode afetar gravemente a qualidade e a expectativa de vida dos pacientes. Recentemente, uma abordagem minimamente invasiva foi desenvolvida para tratar, em uma única cirurgia, duas complicações significativas da fibrilação atrial: o controle das irregularidades no ritmo cardíaco e a diminuição do risco de formação de coágulos.
Fonte: Portada