Uma crosta oculta de insetos pode se acumular nas pás de turbinas eólicas em períodos de pouco vento e reduzir a geração em até 25% quando os ventos fortes voltam
O setor de energia eólica enfrenta um desafio inesperado: a acumulação de insetos nas pás das turbinas. Durante períodos de vento fraco, pequenos insetos colidem com os rotores, deixando resíduos que formam uma crosta na superfície das turbinas. Essa camada, embora não visível à distância, pode reduzir a eficiência da geração elétrica em até 25%, dificultando o fluxo aerodinâmico e a sustentação necessária para o funcionamento ideal das turbinas. O fenômeno é mais comum em dias quentes e com ventos suaves, quando a atividade de insetos aumenta, resultando em um acúmulo que pode passar despercebido pelos operadores até que os ventos fortes retornem, revelando a perda de rendimento.
Fonte: Catraca Livre