A rejeição do Governo aos deslocamentos de migrantes para a península e a falta de abrigos prolongam a crise humanitária em Ceuta

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Las barreras de contención instaladas por el Gobierno en Ceuta ya están "plenamente" operativas

Una persona descansa en la calle, a 2 de agosto de 2026, en Ceuta (España). La frontera del Tarajal ha permanecido tranquila a pesar de que un pequeño grupo de personas ha intentado acceder a nado, pero han sido interceptadas por el Ejército. Aunque ya han salido de Ceuta más de 48.000 migrantes que habían entrado irregularmente durante el pasado jueves, todavía quedan en la ciudad un número indeterminado de personas que no han querido regresar. Jesús Torres / Europa Press 02 AGOSTO 2026 CRISIS MIGRATORIA;PIXELADA 02/8/2026

A crise humanitária em Ceuta persiste, com centenas de menores desprotegidos e milhares de adultos vivendo em condições precárias. Mais de um mês após a chegada de mais de 70.000 migrantes, muitos ainda estão nas ruas, enfrentando a falta de abrigo, alimentação insuficiente e riscos de violência. A situação é agravada pela recusa do Governo em transferir migrantes para a península, onde há mais espaço disponível na rede de acolhimento. Apesar de o Ministério do Interior afirmar que restam cerca de 5.000 migrantes na cidade, as condições nos assentamentos informais sugerem que o número pode ser significativamente maior.

Fonte: eldiario.es – eldiario.es

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