Beñat Zaldua: O debate que a Espanha nunca terá

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Recentemente, a Assembleia Geral das Nações Unidas se manifestou sobre a projeção de Mercator, uma representação cartográfica que tem influenciado a percepção global por mais de cinco séculos. O evento foi impulsionado por Togo, que destacou como essa projeção distorce a realidade, fazendo com que países como Groenlândia e África pareçam ter tamanhos equivalentes, quando na verdade, as dimensões são muito diferentes. Essa discussão sobre mapas vai além da geografia, pois revela as marcas deixadas pela história, desde as fronteiras artificiais na África até a divisão da Coreia em dois países.

Fonte: La Jornada

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