Combatemos os pilantras manipuladores, não a religião
O autor começa esclarecendo que não segue nenhuma religião e não acredita em forças espirituais que governam o mundo. Ele destaca que a crença religiosa não é um problema, mas sim as ações e intenções das pessoas. Ao longo da vida, observou que muitos indivíduos religiosos se dedicam à justiça e solidariedade, enquanto outros, também religiosos, agem de forma contrária. Essa dualidade também se aplica a pessoas sem crenças espirituais. O autor conclui que o que realmente importa é como cada um contribui para um mundo melhor, independentemente de suas crenças.
Fonte: Brasil 247