Protestos no Chile rejeitam encontro internacional da extrema direita

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No Chile, organizações políticas e movimentos de direitos humanos mobilizaram-se contra o Fórum de Madrid, um encontro internacional da extrema direita que ocorre em Santiago. Os manifestantes denunciam que o evento busca legitimar discursos autoritários e ameaçar direitos sociais e civis. Entre os participantes estão os presidentes Javier Milei, da Argentina, e José Antonio Kast, do Chile, além de representantes dos Estados Unidos e da Europa. As manifestações começaram na quarta-feira (2), quando integrantes de partidos de esquerda e defensores dos direitos humanos se reuniram em frente ao Palácio de La Moneda, sede do governo chileno. Eles consideram o fórum uma ofensiva internacional que visa normalizar posições autoritárias e contrárias aos direitos conquistados pela população. O secretário político do Partido Comunista do Chile, Esteban Navarro, destacou que o país não deve acolher grupos que promovem o ódio e o negacionismo, fazendo referência à dolorosa experiência da ditadura militar chilena entre 1973 e 1990. Os organizadores criticam a atuação de movimentos ultraconservadores e suas posturas sobre democracia e direitos civis.

Fonte: Brasil 247

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