Durante séculos, livros eram literalmente acorrentados às estantes para impedir que leitores fossem embora com eles

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Por muitos anos, bibliotecas utilizavam correntes para prender livros às estantes, permitindo que os leitores os consultassem sem o risco de levá-los embora. Essa prática surgiu em um contexto onde os livros eram considerados bens valiosos, exigindo tempo e recursos significativos para sua produção. As correntes garantiam que os volumes permanecessem disponíveis para consulta, refletindo a importância de preservar coleções em um período em que a produção editorial era limitada. Um exemplo notável dessa tradição é a biblioteca da Catedral de Hereford, na Inglaterra, que ainda abriga uma coleção acorrentada, oferecendo uma visão única sobre como esses sistemas funcionavam entre os séculos XVII e XIX.

Fonte: Catraca Livre

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