“Tornando-se vítima uma segunda vez”: quando a imprensa expõe as denunciantes contra a vontade delas
Diversos casos de figuras públicas, como os de Bruel, Hakimi e Epstein, revelam um padrão preocupante na cobertura midiática de denúncias de violência sexual. Muitas mulheres que se manifestam sobre esses crimes têm seus nomes e detalhes dos relatos divulgados sem consentimento, o que gera um impacto negativo significativo. Essa exposição não apenas prejudica as vítimas, mas também pode desestimular outras mulheres a denunciarem abusos, criando um ambiente de silenciamento e medo.
Fonte: Mediapart