Perfis investigados no caso Master impulsionaram escalada digital de Augusto Cury

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A Polícia Federal investiga influenciadores digitais com milhões de seguidores que, no contexto do escândalo do Banco Master, contribuíram para o aumento da visibilidade do candidato à Presidência da República, Augusto Cury (Avante). Uma reportagem da revista Veja destaca que, em uma semana, Cury viu suas intenções de voto saltarem de 2% para 11%, posicionando-o na terceira colocação nas pesquisas, atrás do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL). No entanto, esse crescimento repentino gerou desconfiança entre as campanhas adversárias, que levantaram suspeitas sobre o uso indevido de influenciadores pagos, algo proibido pela legislação eleitoral. Análises do comportamento digital de Cury revelaram um aumento anômalo de seguidores, com 2,4 milhões de novos perfis em 24 a 48 horas, um padrão que contrasta com seu histórico de crescimento regular. Essa movimentação incluiu picos de adesões durante a madrugada, o que levanta questões sobre a autenticidade desse engajamento. A estratégia digital parece ter sido orquestrada em fases, com perfis de entretenimento e comportamento promovendo Cury de forma coordenada, utilizando conteúdos semelhantes, o que reforça as suspeitas de manipulação.

Fonte: Brasil 247

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