Na contramão dos Treasuries, juros futuros perdem força com eleições e PIB

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Nesta terça-feira, a curva de juros futuros no Brasil apresentou uma queda em todos os vencimentos, em contraste com a alta dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasuries. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 fechou a 13,585%, uma redução de 3 pontos-base em relação ao dia anterior. Para os contratos de médio e longo prazo, as taxas também recuaram, com o DI para janeiro de 2029 terminando a 14,110% e o DI para janeiro de 2036 a 14,480%. Esse movimento ocorreu em meio a um cenário eleitoral tenso, com as pesquisas indicando uma aproximação entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. A atenção dos investidores também se voltou para os desdobramentos envolvendo o ministro do STF, Alexandre de Moraes, que podem influenciar a dinâmica política. Além disso, a desaceleração do PIB, que cresceu apenas 0,5% no segundo trimestre de 2026, trouxe preocupações sobre a força da economia, especialmente nos setores cíclicos. Apesar do crescimento ligeiramente acima do esperado, a situação econômica continua a ser monitorada de perto pelo mercado.

Fonte: Money Times

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