A mudança radical no mercado de caixões em uma cidade com Ebola
Em Bunia, na República Democrática do Congo, o surto de Ebola que começou em maio trouxe um aumento significativo na demanda por caixões, impulsionando o trabalho de carpinteiros locais como Djo Limayo. Antes da crise, Limayo vendia cerca de 15 caixões por mês, mas esse número saltou para 80, em parte devido a um contrato com um necrotério. A cidade, marcada por uma intensa atividade comercial, viu suas oficinas de carpintaria se adaptarem rapidamente à nova realidade, enquanto Limayo e sua equipe enfrentam desafios diários, como as condições climáticas que afetam a produção.
Fonte: OGlobo