Um estudo sugere que artistas da antiga China usaram sangue humano para conservar suas pinturas por 2.000 anos
Pesquisadores da Universidade de Shandong investigaram a surpreendente durabilidade das pinturas expostas ao ar livre nos penhascos de Huashan, na China, que resistiram a condições climáticas severas por mais de dois mil anos. O estudo, publicado no Journal of Archaeological Science, revela que os artistas usaram um aglutinante feito de mortero de cal e sangue humano, que ajudou a fixar o pigmento vermelho à rocha, criando uma estrutura mineral que protegeu as partículas de hematita ao longo dos séculos. Além disso, a pesquisa sugere que o uso do sangue pode ter tido um significado cerimonial, refletindo o conhecimento técnico avançado dos artistas na preparação e aplicação das tintas.
Fonte: eldiario.es – eldiario.es