Cortes de Milei agravam crise habitacional que já penaliza mais de 10 milhões de argentinos

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A crise habitacional na Argentina se intensifica sob a gestão de Javier Milei, que desde dezembro de 2023 tem priorizado cortes no setor de moradia como parte de seu ajuste fiscal com o FMI. Essas medidas resultaram na extinção de programas históricos de acesso à casa própria, como o Procrear, criado em 2012, e na redução drástica do investimento público em habitação. Com a dissolução da Secretaria de Desenvolvimento Territorial, Hábitat e Moradia, o governo eliminou os principais instrumentos de política habitacional, afetando 99,6% da população que vive em áreas populares. A situação se agrava ainda mais com o aumento dos aluguéis e a deterioração das condições de vida, levando milhões de famílias a enfrentarem dificuldades extremas, como o consumo de água imprópria e a falta de infraestrutura adequada.

Fonte: Hora do Povo

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